Acordei cedo para tomar banho e terminar de arrumar a mochila. Peguei o metrô para o aeroporto e fui ao portão de embarque(dessa vez munida de potinhos de 50 ml de shampoo e condicionador).
Pra variar, tinha brasileiro no vôo, então fiquei conversando com um casal muito simpático de São Paulo que estava de férias e peguei umas dicas sobre o Egito, de onde eles tinham vindo há poucos dias.
A viagem é brevíssima, mal dá tempo de tomar todo o suco de laranja. Cheguei em Mykonos as 12h30 e fui encontrar alguém do hostel que estaria me esperando. Ninguém estava com a plaquinha, mas 2 minutos depois apareceu. O simpático responsável pelo hostel me levou até lá, pelas ruelas da ilha paradisíaca.
Quando cheguei no hostel, Ruy estava tomando café da manhã. Dessa vez, não por acaso. Como ele já estava lá há mais dias, reservei no mesmo lugar, até porque saía bem mais em conta do que os que eu vi na internet. Dei sorte porque havia reservado um quarto com shared bathroom, mas como estavam todos lotados, fiquei com um banheiro privativo e uma linda vista da Ilha.
Fui dar uma volta pelo centrinho, que ficava há uns 200 metros dali, e almocei um gyro de frango. É cheio de lojinhas com artigos turísticos, como todo centro de ilha turística. E tem também várias lojas de grifes famosas entre as suas ruazinhas rústicas.
Como o hostel ficava numa ladeira (como tudo em Mykonos), aluguei um quadriciclo fofíssimo para andar por lá. Voltei para o hostel, e fui com Ruy para a praia, ele de scooter, eu de quadriciclo. Fomos para Paraga Beach, e curtimos um fim de tarde relaxante. O tempo estava um pouco nublado, mas deu pra aproveitar. Na volta, meu quadriciclo não pegava de jeito nenhum. Liguei para a loja de aluguel de carros, e o menino veio até lá para dar um jeito. Voltei com Ruy, paramos para jantar e depois fomos para o hostel.
Fiquei conversando com dois australianos que estavam hospedados no mesmo lugar, antes da sessão de massagem que dessa vez eu não iria dispensar. Ruy colocou sons de natureza no laptop e preparou o chão com uma esteira e coberta. Trinta minutos de mãos cheias de energia e relaxamento. Para finalizar, quiropraxia: estralou meu corpo inteiro, e senti que carregava 5 kgs a menos.
Mykonos estava bem tranqüila, totalmente antagônica à sua característica de agitação e baladas do verão, pois é um dos destinos internacionais mais procurados e badalados quando faz calor. Por isso, não havia quase nada aberto, apenas uma balada bem frenqüentada pelo público gay, pelo qual a Ilha também é conhecida.
Como queríamos acordar cedo no dia seguinte, ficamos conversando na varanda do hostel, vislumbrando a vista noturna de Mykonos. Ruy pegou o violão e começou a tocar e cantar (muito bem inclusive), e os australianos e australianas que estavam sentados na varanda de cima, ficaram curtindo o som com a gente. Foi uma noite muito agradável.
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