Quinta-feira começaram os descontos de até 70% nas lojas. Fui direto ao shopping depois do trabalho.
Sexta-feira teve a despedida de Andrej, o romeno psicopata, na casa dos tchecos.
Provei um licor tradicional da Rep. Tcheca, preparado a partir de 40 ervas, cujo sabor não era dos mais agradáveis e ficamos conversando ate as 5h da manhã, horário que eu me rendi a uma soneca no quarto de hóspedes. Entre a rápida aparição da romena Dana e o namorado grego, chegou também Alex, o venezuelano que trabalhava conosco, que já morou nos EUA e México, além da Grécia, e acabou de lançar um livro de crônicas de um imigrante.
Sábado fui às compras novamente, dessa vez no centro, e voltei pra casa cheia de sacolas.
Domingo decidi aproveitar o bom tempo e ir a Sounion, ver o Templo de Poseidon e o pôr-do-sol mais lindo da Grécia. Quando cheguei na estação de Monastiraki, a linha verde estava em manutenção. Tive que voltar a Omonia e de la fazer conexao ate a estacao de Viktoria e adivinhar pra qual direção tinha que andar até chegar na estação de ônibus que vai pra Sounion. Chegando lá, o senhor me falou que o onibus estava saindo naquele exato momento. Sai correndo loucamente, pois o proximo provavelmente so sairia em 2 horas.
O ônibus percorre um caminho encantador pelo litoral, passando por todas as praias e baías. Depois de 2 horas, cheguei à península onde localiza-se um dos templos gregos mais bem conservados, erguido em homenagem à Poseidon para proteger as águas gregas. De fato, os gregos sabiam escolher, há tanto tempo atrás, os lugares mais incríveis para construir esses templos: um paraíso para fotógrafos ou simples apreciadores da história, da natureza e da vida.
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