9 de jun. de 2009

Fim de semana na Bélgica

28.02 Era sábado. Depois de um café da manhã com direito a croissants fresquinhos com nutella, Max e Laurence me levaram à Bruges, uma cidadezinha turística da Bélgica que parece cenário de filme. Comemos batatas fritas originais e fizemos um passeio de barco por entre os vários canais da cidade.

Depois do passeio, me rendi a um chocolate quente para descongelar, pois o frio estava de matar. A noite seguimos para Louvain, cidade universitária da Bélgica e onde está uma das universidades mais antigas da Europa (e muito bonita também). Lá encontramos uma amiga de Laurence que é cadeirante e fomos jantar em um restaurante bem aconchegante, onde provei também as famosas cervejas belgas. Entre elas, uma bem feminina, de framboesa.

01.03 Domingo era dia de conhecer Bruxelas, voltar a Paris e pegar o vôo de volta ao Brasil. Pela manhã, Max me levou ao Atomium, uma espécie de símbolo-mirante de Bruxelas e depois, junto com Laurece, visitamos a praça principal, símbolos da cidade e provei as famosas e tradicionais gaufres de bruxelles.

Max e Laurece foram muito atenciosos durante o fim de semana e naquela tarde de domingo, me deixaram na estação de trem onde me despedi do lugar de onde vieram os smurfs, as batatas fritas e os melhores chocolates e cervejas do mundo.

Precisei de um mapa e tive que fazer um mega tour no aeroporto Charles de Gaulle até achar em qual terminal e andar havia deixado a minha outra mala, encontrar onde fazer os procedimentos do tax free e finalmente o check in. O vôo estava com overbooking e o pessoal da Airfrance me ofereceu 100 euros e hospedagem para que eu ficasse na lista de espera. Tentador, porém aquele era o último dia do meu visto e eu tinha que deixar a União Européia de qualquer jeito.

Foi uma longa espera. Haviam dois vôos GG indo para o Brasil naquela noite, um para o Rio e outro para São Paulo. Faltavam poltronas na sala de embarque, estavam transbordando brasileiros. Foi aí que lembrei que era domingo e o fim do feriado de Carnaval no Brasil, o que explica a quantidade absurda de conterrâneos naquele lugar.

Nunca havia voado num avião tão grande. Era de dois andares e me falaram que era o maior do mundo. Eu nunca vi tanta gente entrando num só avião. Havia um casal de Petrópolis muito simpático ao meu lado, que queria ir a Grécia no ano que vem. Dei algumas dicas, assisti a um filme e depois do jantar, dormi até a hora do café da manhã.

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